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Stickman • Exibir tópico - Frenesi Knight (Capítulo sem numeração)

Frenesi Knight (Capítulo sem numeração)

Escreva e divulgue aqui suas histórias, ou procure alguma que possa usar em sua animação.

Frenesi Knight (Capítulo sem numeração)

Mensagempor Kritarus » Sáb Abr 20, 2013 3:44 pm

Hoje estive futricando em alguns arquivos antigos no meu micro, e lembrei que eu estava escrevendo uma FanFic a alguns anos atrás, mas parei por falta de tempo. Os arquivos estão incompletos e sem numeração, porém consegui escrever um que me satisfez para servir como uma introdução de alguma coisa.

Quando comecei a escrever, me baseei no tema do jogo Ragnarök (que hoje não jogo mais). Fiz algumas alterações que me convinham e resultou nesse texto.

Não quero dar certeza de uma continuação, porém eu posso vir a ter novas ideias se me animar de novo.

PS: Me avisem se encontrarem erros de português, talvez eu tenha deixado algo passar.



Capítulo X – Colisão de Espadas

“Agradecemos por seu interesse em auxiliar nossos exércitos na guerra em Maroll, e que nossas batalhas resultem na vitória.” - Disse o soldado recrutador da facção.

No momento um raio branco surge e encobre o jovem Cavaleiro de cabelos castanhos que estava ali parado, e se dissipou tele transportando-o.

Novamente o mesmo raio surge, e de dentro dela sai aquele mesmo guerreiro. Observou o local sem nenhuma surpresa, passara por ali várias vezes. Era um campo extenso e montanhoso, havia muitas pedras e rochas que formavam um caminho rústico em meio às ruínas de alguma cidade antiga a muito destruída. Aos arredores viam-se claramente sinais de batalhas. Arcos, espadas e elmos quebrados retratavam os sofrimentos que as vítimas tiveram antes de morrerem.

Mesmo diante daquele panorama, iniciou sua caminhada até a área dos adversários, local onde havia uma construção em forma de altar, igual àquela para onde foi enviado, no qual funcionava com um posto avançado. Não gostava de usar montarias, a ideia de montar em cavalos não lhe convinha, e, inclusive, caminhar o distraía menos.

Não demorou muito e já pode notar pegadas estranhas surgindo no chão. Não pensou duas vezes, sacou sua evidente espada da bainha nas costas, fez uma manobra para alinhá-la na direção certa, ergueu-a, e com um único golpe, diretamente no chão, uma energia imensa foi liberada, gerando um grande tremor em sua volta, revelando o adversário que antes se escondia.

-Você é bem esperto! Como pode me ver chegar tão depressa?

O Cavaleiro não respondeu. Levantando-se, avançou diretamente para aquele que antes se ocultava.
Surpreso, o inimigo defendeu com suas duas adagas no último momento, uma em cada mão, e não perdendo tempo, empurrou-o de volta, mas os equipamentos pesados do atacante impediram que o mesmo se distanciasse tanto.

Não queria perder tempo com aquilo, tinha um objetivo naquela arena, que era quebrar o cristal localizado no campo adversário, tal qual fornecia energia para enviar novos reforços por tele transporte.
Segurou sua espada com mais força do que antes, e no chão girou-a em volta de si mesmo, partindo as pedras que lá estavam. O oponente das adagas ficou pasmo com o que vira.

-Como pode ser possível? Perguntou a si mesmo.

Antes que pudesse ter a própria resposta, a onda do impacto produziu uma rajada mortal de faíscas e estilhaços de rocha escaldantes. Cortando sua pele, sua carne, fraturando e queimando seus ossos, um corpo sem vida alcançou o chão, tingindo o caminho com o vermelho de seu sangue.

Calmamente, o vitorioso, continuou em direção ao altar onde se encontra o cristal, desta vez em uma marcha mais rápida, antes que pudesse finalmente chegar a seu objetivo, uma voz imperante o fez parar:

-Pare guerreiro! A partir daqui você não passará!

Uma grande sombra saltou em sua frente, o peso era tal que rachara o solo.

A luz do ambiente revelou uma jovem Templária. Enquanto se erguia, seus longos cabelos negros reluziam ao foco da iluminação. Possuía belos olhos verdes cujo expressavam orgulho e superioridade. Seu escudo era imenso, assim como seu aparente ego. Mas mesmo para o Cavaleiro, algo assim não o surpreendia, afinal, se deparou com coisas muito piores em seu passado.

Assim como com o outro adversário, não demonstrou nenhuma expressão, e correu em sua direção preparando a espada na lateral. A mesma dispôs-se em resposta, energicamente, até ele. Suas espadas colidiram, gerando faíscas conforme se empurravam um contra o outro.

Saltaram para trás, e em seguida correram ou contra o outro novamente, uma sessão de golpes começou, as centelhas produzidas pelo choque das espadas eram impressionantes.
Golpe após golpe e nenhum deles parecia se cansar.

-Desista! Bradou, ela. E completou:

-Cavaleiros sem formação com você, não merecem disputar nas batalhas por algum reconhecimento dos nobres.

Este, que antes não emitia uma palavra, enquanto cruzava espadas de frente com o rosto dela, questionou:

-E porque que acha que estou aqui por alguma glória?

Sua pergunta por algum motivo não fazia sentido para a jovem escudeira, se ele não esta ali pela vitória, pelo que então seria? Não havia recompensa em dinheiro pela campanha.

Soltaram-se quando ambos se empurraram novamente, com uma tonalidade de impaciência o mesmo falou:

-Não gosto de batalhas que consomem meu tempo, desapareça.

Dito isso, ergueu sua longa arma a ponto da lâmina cobrir de seu busto até acima da cabeça, segurou-a firme, e todo seu corpo foi tomando por uma cortina esvoaçante de energia, reluzindo uma luz dourada. Seu rosto passou a demonstrar certo esforço e dor ao fazer aquilo, sua expressão neutra desapareceu.
Em uma fração de segundos seu corpo se deslocou em uma velocidade impressionante, chegando a ficar mais uma vez de frente com sua nova adversária, seus movimentos ficaram mais ágeis, sua visão mais aguçada. Mesmo assim ela conseguiu bloquear todos os golpes com sua espada e escudo de forma brilhantemente calculada.

Não desistindo, desferiu novamente seus golpes. Virou à direita em forma de gancho, ela bloqueou com o escudo. Atacou de cima pra baixo, e impediu com sua espada. Novamente, girou em torno de si rasgando o chão, esmagando e estilhaçando as rochas em laminas contra a Templária. Parte da metralha ricocheteou no escudo e outra a pegou de raspão, cortando parte de sua vestimenta azul real, cor padrão das vestes dos Templários. Uma parte de sua pele do braço esquerdo e sua cintura ficou a mostra. Ela ficou pasma, nada nem ninguém jamais pode lhe causar um arranhão, e de repente um Cavaleiro no qual nem sabe seu nome, corta parte de sua roupa. Aquilo foi uma ofensa para seu ego.

-Como ousa! Seu imundo! Berrou indignada.

-Afinal de contas, você ainda é uma pessoa por dentro desta armadura. Disse, ainda com sua expressão de dor, e continuou a dizer enquanto lutavam:

-Não fique me fitando com essa ira nos olhos, você continua sendo uma guerreira assim como eu ou como qualquer outro deste continente.

-Errado! Sou Marina Bridnhyr, da família dos Templários de elite. Conquistamos dezenas de castelos sozinhos, pessoas inferiores como você não merecem a honra de uma verdadeira linhagem de Guerreiros!

-E o que tem essa “Honra”? Não se faz nada com ela a não ser sentar-se em um trono estúpido usando trajes ainda mais ridículos! Zombou.

-Não permitirei que ridicularize minha herança desta forma. Disse atacando com mais ódio o Cavaleiro. Desta vez assumira uma forma ofensiva na luta.

Saltou, e de cima a lâmina de sua espada brilhou mais forte. Ao descer, desferiu um poderoso golpe contra o satírico, que imediatamente ficou obrigado a absorver o impacto segurando a espada com uma das mãos na afiada lâmina. A primeira gota de sangue a cair foi como um pequeno troféu. Saltou para trás, mas ela queria mais.

-Não pense que só porque fui o primeiro a sangrar que serei o último também.

Ainda envolvido pela membrana dourada de sua habilidade. Correu como nunca correra antes. Acertou em cheio o imenso escudo, tal qual foi o impacto que o som ecoou pelas montanhas, a Templária foi arremessada para uma parede de rochas e por reflexo o Cavaleiro também voou longe, cravou sua espada no solo abrindo uma comprida vala no chão enquanto freava aos poucos.

O véu dourado desapareceu, o deixando com sua velocidade natural de volta. Mas isso não foi um problema. Ambos se recuperaram e correram um contra o outro, e colidiram suas espadas novamente. Como se estivessem ensaiado, pareciam dançar com suas espadas, sedentos pelo calor da batalha.

O Cavaleiro salta para um ataque por cima, ela o bloqueia. Marina o empurra contra a parede, ele rola no chão e evita ser esmagado pelo pesado escudo. Ele avança ofensivamente com a ponta de sua arma, a Templária aproveita o furo de sua defesa e desfere um corte em seu abdômen. Houve pouco ferimento, mas parte de sua armadura cedeu, deixando a mostra seus músculos próximos ao abdome.

Marina pareceu se distrair um pouco com a cena, e isso foi o bastante para o recém-golpeado atingi-la com a o cabo da espada em seu estomago, pegando-a de surpresa. E, ficando atrás do escudo, desferiu outro golpe atingindo-a, desta vez em seu ombro direito.

-Aaaarrg!

Pela primeira vez ela expele um grito de dor, se desequilibrando um pouco. Uma parte da ombreira direita, famoso equipamento que caracteriza um Templário, fora arrancado. De baixo dele um belo ombro ficou a mostra, coberto de sangue. Conforme o vento batia, seus cabelos escuros grudavam no escarlate líquido viscoso.

Ela furiosa, que aos poucos estava perdendo a batalha contra um único inimigo. Ele indignado, pois não conseguia derrotá-la logo.

-Você é bem resistente, mas não vou permitir que me mate sem eu utilizar toda minha capacidade.
Disse, limpando um pouco de sangue que, desta vez, saia de sua gengiva.

-Quem diria que eu fosse comentar algo assim, no entanto você não é como outros covardes que já tive o desprezo de trucidar.

Os dois pareciam abandonar seus orgulhos e magoas, naquele momento seus rostos demonstraram empenho de ambos os lados, há tempos o jovem Cavaleiro não experimentara aquele sentimento de rivalidade. E Marina, uma Templária, que pela primeira vez, encontrara com alguém a seu nível de luta. Estão determinados a acabar com a vida um do outro.

Ela não hesitou, com seu ombro ferido ainda pode erguer o grande escudo. Pisou com forca no chão e ao avançar colidiu-o com toda intensidade contra o Cavaleiro, que mal pode desviar. Ambos se distanciaram, e não perdendo tempo, a Templária girou seu pesado escudo rapidamente, três vezes em volta de si. Na quarta rotação lançou-o contra o adversário, que ainda se levantava.

Chocado com aquilo, recebeu todo o dano na cabeça. Perdendo de vez seu elmo, e caiu no chão novamente. O escudo fez uma parábola no ar e voltou para a mão da dona. Outro berro de dor pode ser ouvido. O ferimento em seu ombro piorou com aquilo.

Ainda não derrotado, se levantando todo dolorido, empunhou novamente sua espada e uma camada dourada ressurgiu em seu corpo. Marina previu que sua velocidade aumentara.

No mesmo instante, em um vulto reluzente, surge na frente dela o impaciente Cavaleiro.

-Não terei mais problemas se seu escudo deixar de existir! Falou com uma voz grossa e imperante.

Rápido e inesperado, com toda sua força penetrou diretamente o idolatrado escudo de Marina, a mesma reagiu rápido e antes que rachasse por completo, fez outro corte no inimigo, que o fez praguejar de dor. Fora um corte diagonal em seu peito, deixando mais sangue cair junto com outra parte da armadura. O escudo agora apresentava uma fenda no centro. O Cavaleiro ainda com sua alta velocidade tentou mais uma vez, porém assim que chocou a lâmina contra o escudo, sua adversária impulsionou-o contra o mesmo fazendo com que toda energia fosse refletida, o arremessando contra as rochas verticais fora do caminho principal.

Marina não aturava ficar se defendendo o tempo todo, correu em direção a ele e bradou:

-Agora... É a minha vez!

Ele se levantou rápido, ela surgindo pelo lado. Com forca golpeou-o de baixo para cima, porem o Cavaleiro pulou para o lado e desviou-se em tempo. Ele abaixando-se um pouco, e por estar tão perto, desferiu um novo corte na parte de trás das grevas de Marina. Ela caiu, soltando inconscientemente a espada, o véu dourado desaparecera novamente do rapaz, o mesmo ergueu-se com sua extensa espada de duas mãos contra a jovem Templária de olhos verdes, parecia ser o fim.

Para sua surpresa ela também o derruba com uma rasteira, ainda no chão o pega pelo colarinho da armadura, já aos cacos. Suas cabeças se unem nas sombras projetadas pelo sol se pondo. O jovem cavaleiro a olha nos olhos sem entender muito bem. Para sua decepção, com força ela o ergue no ar, faz uma meia volta, e o lança contra o muro de granito do outro lado do caminho.

Ela pega sua arma de volta, e antes que pudesse fazer algo, uma espada longa perfura o escudo, encravando-o junto com a dona na rocha de trás através fenda existente no mesmo. De longe, duas palavras puderam ser ouvidas...

-Impacto Explosivo!!!

A arma exibiu uma iluminação ardil, uma explosão de energia fora liberada pela espada. As rochas viraram pó, o escudo que já estava danificado se partiu em pedaços. Marina foi arremessada pela força energética produzida, perdendo novamente sua espada para o chão. Ambas (as espadas) ainda continuavam intactas.

Os dois, erguendo-se, cheios de dor, olharam entre si e correram para suas espadas, que por sorte estavam em posições opostas. As pegaram no chão e correram novamente um em contra o outro. Colidiram de frente, as faíscas voltaram a surgir de suas espadas, Marina sem o seu escudo passou a usar as duas mãos na mesma arma, assim como o jovem Cavaleiro já costumava fazer.

Um ataque dele acertara a lateral de Marina, o que antes era uma vestimenta rasgada passou a ser uma armadura quebrada, todo seu abdome também ficou a mostra. A Templária o golpeou novamente no peito, e toda parte frontal de sua armadura sucumbiu com rasgos na malha inferior.

Marina não percebera, mas no fundo estava gostando daquela batalha. A cada golpe certeiro uma parte da armadura de um e outro caía, seus corpos aos poucos ficavam mais expostos e ao mesmo tempo encobertos por sangue, ambos misturados pelo calor da batalha.

As espadas se cruzaram novamente, seus corpos se uniram, e enquanto mediam suas forças, seus músculos rígidos esfregavam-se um contra o outro. Ofegantes, juntos, pernas entrelaçadas. Cada vez fazendo mais e mais força para se empurrarem.

Marina recuperou-se da atração gerada pelo seu corpo, lembrando-se como aquilo era uma ofensa ao seu ego, sua linhagem. Mudou a direção que forçava sua espada obrigando a perda de equilíbrio do atacante e, cravando-a no solo, imperou com fúria:

-Estou farta de aturar essa batalha como você! Morra!

-Crux Magnum!!!

Instantaneamente, o cavaleiro reequilibrou-se, tentando impedir a execução daquela habilidade mortal. Pronunciou de volta:

-Não permitirei que isso aconteça!

-Impacto de Thir!!!

Uma cruz gigantesca e uma estrela de seis pontas surgiram iluminando intensamente o campo, ao mesmo tempo que tomaram conta de toda a arena. Seus corpos, armaduras e armas se colapsaram sobre si mesmas, se deteriorando em um mar de devastação.

Mais nada sobrou...

Do saguão principal, duas silhuetas estranhas surgem mancando a partir do clarão de luz emitido pelo tele transporte. Aos poucos a ofuscante iluminação se dissipa e dois guerreiros nus, com poucos fragmentos de armaduras no corpo, tomados por sangue e sem armas, caminham pelo saguão escorando um no outro até a saída.

“Pela primeira vez, o resultado da Batalha Campal pelo reino de Maroll, resulta em empate. Todos saúdem Marina do clã Bridnhyr e Kritarus de lugar nenhum!” – Anunciou o guarda responsável pelos avisos de batalhas em campo.

-Então, é assim que você se chama... Disse Marina para Kritarus. E ambos desabaram no chão, enfraquecidos pela batalha que quase lhes custou a vida.
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Re: Frenesi Knight (Capítulo sem numeração)

Mensagempor NinSalamance » Dom Mai 12, 2013 11:32 pm

Bela narrativa!
Foi um conto marcado por LUTA e SANGUE!!! O mais legal é que você não se perdeu na narração das lutas. Deixou tudo algo muito fácil e pouco confuso de se imaginar, o que é BOM!
Imaginar os dois lutando, excitados pelo calor do momento foi uma experiência interessante... Vai continuar o conto?!
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Re: Frenesi Knight (Capítulo sem numeração)

Mensagempor Kritarus » Seg Mai 13, 2013 7:24 am

Antes, como ninguém havia comentado, pensei que estava ruim.
Valeu, pelo retorno.

Dos dois contos que escrevi este é o que estou mais propenso a continuar, vou ter que tirar novas ideias para outros acontecimentos.
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Re: Frenesi Knight (Capítulo sem numeração)

Mensagempor Raposa » Seg Mai 13, 2013 5:05 pm

Desculpa não ter comentado antes, estava com preguiça enorme de ler qualquer coisa, ainda mais a noite >_<

A luta ficou muito bem narrada, e você também possui uma grande habilidade para fazer textos. Consegui enxergar a luta com muita clareza.

Mas uma coisa me incomodou muito, parece que eu comecei a ler no final de tudo. Mesmo que seja apenas um conto, ou uma pequena história de um capítulo, você precisa explicar as coisas para o leitor, já começar no meio de uma luta, ainda mais desse nível (Dígno de ultimo chefão) não é bom.

Os motivos deles estarem ali, como aprenderam tais poderes, um passado para os personagens sempre enriquece a história, e começar com mais calma ajuda a "convidar" e a acomodar o leitor para que ele leia o conto.

Suas habilidades para textos são enormes, só precisa encrementar o enredo da história ^-^

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Re: Frenesi Knight (Capítulo sem numeração)

Mensagempor Kritarus » Seg Mai 13, 2013 7:34 pm

Valeu pela dica, Raposa.

Realmente este texto não é o início da estória, por isso deixei no título como "Capítulo sem Numeração". No tempo quando escrevi comecei a fazer anotações sem rumo, este foi que ficou mais completo.

Sobre a apresentação do personagem principal, de fato ocorre muito antes, porém a personagem Marina se desenvolveria a partir desta luta.
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